Olho as silhuetas mornas
de corações pulsantes
onde arrisco me agarrar.
Penso nos tempos do divino
De entorpecentes e meninos
Quando a queda era destino
Em lugar de mero azar.
Presentemente prezo os corpos
ensaboados e escorregadios
das gentes de verdade.
Me resta a imperfeição perene,
mas indubitavelmente viva,
da realidade.
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