Tua vulnerabilidade aparente caiu em meu colo
vestida de ataque, mostrando os dentes depois do baque
de não saber como controlar o que a ti é ingovernável.
Eu, do alto do espanto,
questionei o que fiz de tanto,
e uma epifania revelou o porquê.
O porquê do teu mal dizer,
o porquê do banal sofrer.
No entanto,
em nenhum de teus motivos me encontro,
se faz vazio teu calado pranto,
se faz urgente teu reconhecer.